Ubuntu + Ruby = uma baita combinação!

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Oi pessoal, hoje quero mostrar um ótimo SO junto com uma linguagem que adoro que é o Ruby, pois “juntos são as meninas dos olhos”.

Caso você não saiba “quem é quem”…

      • Ubuntu:
        Um sistema operacional baseado em Linux desenvolvido pela comunidade e é perfeito para notebooks, desktops e servidores. Ele contém todos os aplicativos que você precisa  um navegador web, programas de apresentação, edição de texto, planilha eletrônica, comunicador instantâneo e muito mais.
      • Ruby:
        Uma linguagem dinâmica, open source com foco na simplicidade e na produtividade. Tem uma sintaxe elegante de leitura natural e fácil escrita, como o exemplo abaixo:
# A classe Saudação
class Saudacao
def initialize(name)
@name = name.capitalize
enddef sauda
puts “Olá #{@name}!”
end
end# Criar um novo objecto
ola = Saudacao.new(“mundo”)# Saída: “Olá Mundo!”
ola.sauda

Para quem está querendo partir para as maravilhas do LINUX e ainda está na dúvida de qual distribuição escolher, recomendo o Ubuntu, temos muitas ótimas, mas pode começar com o ubuntu, é um SO  de código aberto, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Jane Silber).

O Ubuntu diferencia-se do Debian por ter versões lançadas semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos 9 meses seguintes ao lançamento de cada versão (as versões LTS – Long Term Support – para desktop recebem 5 anos de suporte, e para servidor recebem 5 anos de suporte), e pela filosofia em torno de sua concepção. A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. O sistema deve ser constituído principalmente por software livre. Deve também ser isento de qualquer taxa.

Os fãs do Ubuntu são conhecidos como “ubuntistas”“ubunteiros” ou “ubunteros”. Atualmente, a página do Ubuntu no Distrowatch é segunda mais acessada.

O nome “Ubuntu” AFI: [u’buntu] deriva do conceito sul africano de mesmo nome, diretamente traduzido como “humanidade com os outros” ou “sou o que sou pelo que nós somos”.

“Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível para outros, apoia os outros, não se sente ameaçada quando outros são capazes e bons, baseada em uma autoconfiança que vem do conhecimento que ele ou ela pertence a algo maior e é diminuída quando os outros são humilhados ou diminuídos, quando os outros são torturados ou oprimidos.”

Esse nome busca passar a ideologia do projeto, baseada nas liberdades do software livre e no trabalho comunitário de desenvolvimento. O sistema é muito comumente chamado “Ubuntu Linux”, porém, oficialmente a Canonical, desenvolvedora do sistema, usa apenas o nome “Ubuntu”, uma vez que o sistema ao ser portado para outros núcleos livres para além do Linux recebe outros nomes (por exemplo, o Ubuntu implementado sobre o OpenSolaris recebe o nome de “Nexenta”) – ao contrário do Debian, por exemplo, que recebe este nome independentemente do núcleo usado.

Trabalhar com a linguagem Ruby em conjunto com Ubuntu nos trás uma sensação maravilhosa, o Ruby é uma linguagem com um equilíbrio cuidadoso. O seu criador,Yukihiro “Matz” Matsumoto, uniu partes das suas linguagens favoritas (Perl, Smalltalk, Eiffel, Ada, e Lisp) para formar uma nova linguagem que equilibra a programação funcional com a programação imperativa. Ele disse com frequência que está a “tentar tornar o Ruby natural, não simples”, de uma forma que reflita a vida.

Elaborando sobre isto, acrescente:

O Ruby é simples na aparência, mas muito complexo no interior, tal como o corpo humano.

Desde que foi tornado público em 1995, o Ruby arrastou consigo programadores devotos em todo o mundo. Em 2006, o Ruby atingiu aceitação massiva, com a formação de grupos de utilizadores em todas as principais cidades mundiais e com as conferências sobre Ruby com lotação esgotada.

O Ruby é visto como uma linguagem flexível, uma vez que permite aos seus utilizadores alterar partes da Linguagem. Partes essenciais do Ruby podem ser removidas ou redefinidas à vontade. Partes existentes podem ser acrescentadas. O Ruby tenta não restringir o programador.

Os Blocos do Ruby são vistos como uma fonte de grande flexibilidade. Um programador pode adicionar um fecho a qualquer método, descrevendo como esse método se deve comportar. O fecho é chamado bloco e tornou-se uma das características mais populares para os recém chegados ao Ruby vindos de outras linguagens imperativas como o PHP ou o Visual Basic.

Se você quiser instalar o Ruby no seu Ubuntu, deixo aqui um tutorial bem explicativo: Clique Aqui!

Mostrei para vocês de uma forma sucinta essas duas maravilhas, passei a conhecer mais o Ubuntu e o mundo livre através dessa linguagem Ruby, pois trabalhar no windows estava terrível. Espero que tenham gostado da nossa dica de hoje.

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