Na semana do FISL, a mídia cai de pau no Software Livre.

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O site http://olhardigital.uol.com.br publicou esta tarde uma notícia que deixou a comunidade brasileira de Software Livre com muita raiva.

Um estudo realizado pela IDC e divulgado pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) mostra que, em 2010, a participação do software livre no mercado nacional foi de “apenas” 2,95%, movimentando o equivalente a US$ 500 milhões.

O presidente da ABES, Gérson Schmitt, ressalta que os empresários acreditam que o uso da modalidade (software livre) não produz inovação, demanda mais mão de obra e remunera menos toda a cadeia produtiva.

Cabe ressaltar que quando falamos de Software Livre, na grande maioria das vezes falamos de “software não-pago” (como é o caso de nossas distribuições Linux). Ou seja, como, num universo em que “não se vende o produto” poderei quantificar a movimentação financeira se ela propositalmente quasa não existe? E ainda mais, a pesquisa (quem sabe a matéria) foi “encomendada” pelo representante nacional do software pago. É claro que o que seria apresentado são as “vantagens” do software proprietário.

Outro ponto é o aumento das vendas dos softwares pagos.

A pesquisa se ateve a valores. Só de curiosidade, pesquise quanto está custando uma licença do Windows ou de alguns serviços da Oracle. Do fim do ano passado pra cá houve um aumento significativo dos preços destes serviços. É mais que óbvio que a “pesquisa” iria resultar em “aumento” de vendas, ou melhor dizendo, aumento do dinheiro nos bolsos destes corruptos e aproveitadores.

leia a matéria do Olhar Digital na íntegra aqui.