#DicasLPI – 105.2 – Editar e escrever scripts simples

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Podemos escrever programas de shell criando arquivos scripts contendo séries de comandos. Diferentemente de programas compilados, scripts são arquivos de texto que podem ser manipulados em qualquer editor de texto.

Interpretador

A primeira linha na qual especifica um arquivo de script certamente é indicada pelos caracteres #! (termo conhecido como shebang). Para um script com instruções para o bash, a primeira linha deverá ser #!/bin/bash, assim o interpretador para todas as interpretações subsequentes será o bash. O script deverá ter permissão de execução (importante!!!) para rodar diretamente ou ser invocado como argumento do comando bash ou sh. Detalhe, esqueceu de como atribuir a permissão de execução…chmod nele !!!

*Obs – O comando chmod já foi abordado neste quadro.

Variáveis Especiais

Uma característica importante dos scripts de shell é a possibilidade de confirmação da execução com sucesso de um determinado comando. Ela é chamada de variável de retorno.

A variável de retorno é preenchida toda vez que um comando é executado. Se o valor retornado for 0, o comando foi executado com sucesso,entretanto, diferente de 0, algum problema foi encontrado. Se for utilizada em scripts, o seu valor necessita ser verificado imediatamente após a execução do comando desejado.

Os argumentos passados para um script e outras informações úteis são retornados pela variável especial $x, em que x determina que valor retornar:

$*: Todos os valores passados como argumentos;

$#: O número de argumentos;

$0: O nome do arquivo de script;

$n: O valor do argumento na posição n;

$!: PID do último programa executado;

$$: PID do shell atual;

$?: Código de saída do último comando.

Exemplo :

Captura de tela de 2013-01-11 20:40:26

Se o arquivo /home/ludolfs/Dropbox/SGR/scripts/fexample, o comando cat irá retornar $? igual a 0 e a frase “o arquivo existe” será impressa.

Sugestões, materiais e complementações referente ao assunto, favor enviar no email ludolf@sejalivre.org.

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