Blog Seja Livre http://sejalivre.org Fri, 24 Oct 2014 20:22:56 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=4.0 Curso aberto de Ubuntu Básico http://sejalivre.org/curso-aberto-de-ubuntu-basico/ http://sejalivre.org/curso-aberto-de-ubuntu-basico/#comments Fri, 24 Oct 2014 20:22:56 +0000 http://sejalivre.org/?p=21368 Share

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O Curso Aberto e Livre (MOOC) de Ubuntu foi iniciado na segunda-feira (20/10), mas as inscrições vão estar abertas até 03/11. Este curso é voltado para iniciantes de Software Livre e já contam com 250 inscrições, mas a meta é atingir 1000 inscritos.

Mais informações:
– Formulário de inscrição: http://moocs.rea.ufg.br/login/signup.php
– Localização do curso: http://moocs.rea.ufg.br/
– Data de realização: 20/10/14 a 14/12/14
– Encontros online: todas segundas-feiras (19:30 às 20:30) e quartas-feiras (19:30 às 20:30), ambos no horário de Brasília. As aulas serão gravadas e disponibilizadas para quem não comparecer.

Participe do próximo encontro online, sem compromisso: http://youtu.be/-NOFufZylDA
– Apresentação do curso: http://youtu.be/79cg9GJNkyQ
– Certificado: emitido pela UFG, em formato digital, para todos aqueles que completarem 80% das atividades e nota igual ou superior a 7,0;
– Email de contatos: cursosextensao@inf.ufg.br
– Conteúdo: livre, disponível em http://pt.wikibooks.org/wiki/Manual_do_Ubuntu
– Plataforma: livre, baseado no Moodle 2.5, com personalização
disponível no GitHub.
– Cópia e redistribuição: livre, incentivamos que este curso seja replicado por outros pares;

Ajude-nos a disseminar esse chamado e atingir a meta, convide seu amigo, parente ou vizinho.

Artigo enviado por Marcelo Akira

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FreeCAD – Desenho Técnico em 3D em plataforma livre http://sejalivre.org/freecad-desenho-tecnico-em-3d-em-plataforma-livre/ http://sejalivre.org/freecad-desenho-tecnico-em-3d-em-plataforma-livre/#comments Mon, 20 Oct 2014 12:30:20 +0000 http://sejalivre.org/?p=21350 Share

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Aplicação do FreeCAD em Arquitetura

Aplicação do FreeCAD em Arquitetura

Olá, pessoal!! Pra quem está procurando um software livre pra trabalhar com Engenharia Mecânica, Robótica, Arquitetura… precisa de desenho técnico (CAD) em 3D e está preso a programas pagos como o SolidWorks, por exemplo, fica a dica do projeto FreeCAD.

O FreeCAD introduz o conceito de bancadas (workbenchs), divididas por finalidade: arquitetura, desenho de peça, montagem, etc. É um programa muito completo, e que está cada vez melhor.

Desenho de peça no FreeCAD

Desenho de peça no FreeCAD

A última versão, FreeCAD 0.14, saiu em julho deste ano! Visite o site do projeto e a página no Facebook! A documentação é bastante completa, e está sendo traduzida para o Português!

Instalação no Ubuntu 14.04 (veja como é fácil):

$ sudo apt-get update && sudo apt-get install freecad freecad-doc

Se o pacote freecad não for encontrado, você precisa adicionar o repositório em suas listas:

$ sudo add-apt-repository ppa:freecad-maintainers/freecad-stable

E aí execute a instalação:

$ sudo apt-get update && sudo apt-get install freecad freecad-doc

Agora mãos à obra e bom trabalho!!! Abraços e até a próxima!

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Vem ai o Ubuntu Day em Hortolândia http://sejalivre.org/vem-ai-o-ubuntu-day-em-hortolandia/ http://sejalivre.org/vem-ai-o-ubuntu-day-em-hortolandia/#comments Fri, 17 Oct 2014 16:45:01 +0000 http://sejalivre.org/?p=21341 Share

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Dia 29 de novembro acontecerá em Hortolândia o Ubuntu Day Hortolândia 2014, realizado pela comunidade oficial Ubuntu no Estado de São Paulo (LoCo Team Ubuntu São Paulo). O evento tem como objetivo a troca de informações e partilha de conhecimento de forma livre e aberta a todos.

A primeira edição do evento foi no ano de 2013 na sede social do Sport Club Corinthias, na cidade de São Paulo, o Ubuntu Day marcou a reestruturação da comunidade Ubuntu com as demais comunidades de Software Livre e Open Source. Neste ano, o Ubuntu Day será realizado na cidade de Hortolândia, no Instituto Federal São Paulo Campus Hortolândia.

Hortolândia é uma cidade pertencente à região metropolitana de Campinas e sede de importantes empresas no segmento de tecnologia, dentre elas IBM e DELL. Formatado de maneira modular, o Ubuntu Day é um evento a ser levado para todo o estado de São Paulo, de forma a garantir a inclusão das comunidades distantes da capital.

Contando com a presença de palestrantes de grande representatividade no cenário de Software Livre e Open Source, o Ubuntu Day Hortolândia 2014 terá a presença de representantes da Fundação Mozilla e Fedora, além de diversos colunistas de portais online como Seja Livre e iMasters.

O evento é aberto ao público e tem entrada gratuita, devendo o interessado apenas fazer sua inscrição no endereço www.ubuntubrsp.org/ubuntuday para reservar a vaga.

uday_flyer

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Instalando o Ubuntu 14.04 em um MacBook [Dicas de pós-instalação] http://sejalivre.org/instalando-o-ubuntu-14-04-em-um-macbook-dicas-de-pos-instalacao/ http://sejalivre.org/instalando-o-ubuntu-14-04-em-um-macbook-dicas-de-pos-instalacao/#comments Fri, 17 Oct 2014 14:18:26 +0000 http://sejalivre.org/?p=21336 Share

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No post de hoje vamos abordar a instalação do Ubuntu 14.04 LTS em um MacBook Pro 8.2. Porém antes disso, porque instalar o Ubuntu em um MacBook?

Existem inúmeras fabricantes de computadores no mercado, e algumas delas muitos boas como por exemplo a DELL ou a Lenovo (sim, a Lenovo cresceu muito nos últimos anos e vem dominando o mercado de Notebooks). Porém é praticamente inegável que em alguns quesitos, como duração de bateria e design, a Apple é campeã. Enfim, é também questão de gosto e de poder pagar por um Mac.

Dual Boot ou não?

Isso também é questão de gosto, apesar do que eu lhe afirmo sem medo de errar: o Ubuntu ganha do OS X em inúmeros aspectos como boot, aproveitamento de GPU e etc, sem levarmos em conta o fato da liberdade. No OS X, por exemplo, ao se tentar usar um HD externo que esteja formatado em NTFS, você só vai conseguir visualizar os arquivos; o OS X não suporta nativamente a escrita em sistemas de arquivos NTFS (na verdade ele só suporta leitura/escrita os sistemas FAT e HFS+, que é o nativo dele). Logo para que você consiga usar seu HD externo normalmente você terá que instalar um aplicativo para habilitar essa função.

Bom se você quer manter seu MacBook com o OS X e poder rodar seu Ubuntu em Dual Boot com ele, sugiro que leia esse post do mestre Aprígio Simões ou este link do Ask Ubuntu.

Chutando o “pau-da-barraca” e se libertando: instalando o Ubuntu direto no MacBook

Agora é que vem a parte difícil (só que não.. rs).

A instalação do Ubuntu é praticamente igual a feita em qualquer outro computador, com o detalhe de se preservar  EFI Boot GPI do Mac (essa partição não é o seu /boot, ela é a área que a EFI vai arrancar o sistema operacional).

Insira o DVD do Ubuntu  64 bits no seu MacBook e ligue ele pressionando a tecla “C” para que seja exibido o dispositivo pelo qual você quer iniciar o seu Mac: escolha o drive de DVD.

Inicie a instalação normalmente e, ao aparecer as opção de Tipo de Instalação, escolha a Opção Avançada.

Fonte da Imagem: tutorfreebr.blogspot.com

Fonte da Imagem: tutorfreebr.blogspot.com

Nela você vai criar as partições pro seu sistema. Fique à vontade pra particionar o HD do seu MacBook como quiser, porém não se esqueça de criar no mínimo 3 partições:

  • 200 MB para o EFI Boot GPI (escolha o sistema de arquivos EFI Boot Partition)
  • 2 GB para Swap
  • Ponto de montagem do sistema (/), que nada mais é onde será instalado seu Ubuntu

Como eu disse, você pode criar outros pontos de montagem. Eu por exemplo sempre coloco a minha /home eu uma partição separada.

Feito isso, siga com a instalação normalmente e depois reinicie seu MacBook.

Pós-instalação

Wireless

Assim que você terminar a instalação e reiniciar seu MacBook (ou até durante a instalação, caso você tente conectá-lo a internet) você irá perceber que o Wifi não está funcionando… mas fique tranquilo, temos a solução ;-)

O cartão wireless do MacBook é fabricado pela Broadcom (B43) e não possui driver open source pra ele, logo por padrão o Kernel Linux não vai reconhecê-lo a não ser que instalemos o firmware proprietário.

Pra resolver isso você terá que conectar seu MacBook em uma rede cabeada e executar os comandos abaixo e instalar o firmware do B43:

sudo apt-get update

sudo apt-get install firmware-b43-installer

Feito isso sua Wifi já estará funcionando perfeitamente.

NOTA: sempre que você instalar uma versão limpa do Ubuntu, antes de começar a instalar seus aplicativos faça o primeiro upgrade do seu sistema:

sudo apt-get update

sudo apt-get upgrade

Super aquecimento

Ao começar a usar seu Ubuntu no MacBook você irá perceber que ele ficará muito quente (muito mesmo). Como isso é extremamente prejudicial ao seu hardware, vamos corrigir isso com os passos abaixo:

sudo add-apt-repository ppa:linrunner/tlp
sudo apt-get update
sudo apt-get install tlp tlp-rdw tp-smapi-dkms smartmontools ethtool

Acima nós instalamos o TLP (e suas dependências), que é uma aplicação de linha de comando para sistemas Linux que aplica automaticamente algumas configurações e/ou ajustes dependendo da sua distro e do seu hardware, e ele ainda tem a opção de aplicar ajustes manuais no seu sistema, como habilitar/desabilitar WiFi, Bluetooth, 3G e etc, e configurações a nível de Kernel (para maiores informações, acesse este link).

Feito isso reinicie seu MacBook.

Desligando o Bluetooth no Boot

Outra dica super bacana pra ajudar seu Ubuntu a não esquentar muito (e conseguir mais vida útil a sua bateria… ahh?! O MacBook já tem quase 8 horas de autonomia, pra que mais?! rsrsrs) é desligar o BlueTooth já no boot.

Vamos lá:
Passo 1. Abra um terminal (Usando o Dash ou pressionando as teclas CTRL+ALT+T);
Passo 2. Abra o arquivo /etc/rc.local para edição com o comando:

sudo gedit /etc/rc.local

Passo 3. Adicione a linha abaixo antes da linha que contém o texto “exit 0″;

rfkill block bluetooth

É interessante também você desabilitar outras coisas que você não use do início do seu sistema. Pra isso leia esse artigo que escrevemos especificamente sobre isso: http://sejalivre.org/como-remover-aplicativos-inicio-automatico-ubuntu/

Conclusão

Agora que seu Ubuntu está prontinho e rodando perfeitamente você vai reparar que não existe coisa melhor do que usá-lo em um Mac. E caso você tenha alguma dúvida, poste nos comentários abaixo para podermos lhe ajudar.

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Biblioteca no Arduino para o Sensor de Cor TCS320 e TCS3200 http://sejalivre.org/biblioteca-arduino-para-o-sensor-de-cor-tcs320-e-tcs3200/ http://sejalivre.org/biblioteca-arduino-para-o-sensor-de-cor-tcs320-e-tcs3200/#comments Thu, 16 Oct 2014 18:54:31 +0000 http://sejalivre.org/?p=21306 Share

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color-sensor-TCS230-Color-Recognition-Sensor-Detector-Module-DC-3-5V-Input-Color-090541

Sensor de Cor TCS230/TCS3200 em uma breakout board

O sensor de reconhecimento de cor TCS230/3200 da AMS (antiga TAOS) possui um conjunto de 64 fotodiodos para detecção de cores: 16 com filtro para a frequencia de cor vermelha (Red), 16 com filtro para a frequencia de cor verde (Green), 16 com filtro para a frequencia de cor azul (Blue), e ainda 16 fotodiodos sem filtro de cores. Esse conjunto de fotodiodos permite ao circuito integrado fazer o que chama de transformação de luz-para-frequência (light-to-frequency). O que acontece é o seguinte: a saída do sensor é um pulso de 50% de duty cycle (isso significa que é um pulso quadrado “perfeito”, ou seja, metade do tempo em nível lógico alto e metade em nível lógico baixo), que varia a frequência conforme a intensidade da luz.

O TCS230/3200 possui quatro entradas: S0, S1, S2, e S3. As duas primeiras servem para selecionar uma escala de frequência (2%, 20% ou 100%), ou simplesmente desligar o sensor. As duas últimas servem para selecionar o conjunto de fotodiodos que você quer o resultado: como são dois bits, teremos exatamente quatro possiblidades, que são correspondentes aos quatro conjuntos de fotodiodos. Assim o sensor dará um resultado com a intensidade de cada cor que ele consegue medir, e a intensidade total, permitindo o desenvolvimento de uma aplicação que calcule o valor RGB para a cor detectada. Veja abaixo a tabela, extraída do datasheet:

tcs230Finalmente temos uma biblioteca para lidar com esse sensor no Arduino!!! A bilioteca MD_TCS230 está disponível para download no GitHub e no CodePlex. Vamos a um passo-a-passo para testar seu primeiro programinha com o sensor de cores no Arduino!!

1º passo – Instalando a biblioteca MD_TCS230

Faça o download da biblioteca nesse link (aconselho utilizar este link direto para a página de download no CodePlex, pois a MD_TCS230 possui uma dependencia que está incluída neste pacote zip). Depois de completar o download, abra o pacote zip com o descompactador e extraia as pastas FreqCount e MD_TCS230 no dentro do diretório ~/sketchbook/libraries (ou /home/[SEU_USUARIO/sketchbook/libraries ou, se usar Windows – sério que vc faz isso??? :O – você irá encontrar a pasta libraries dentro da pasta sketchbook provavelmente no sua pasta de usuário – c:\Users\[SEU_USUARIO]\sketchbook\libraries – não mudou nada, né? rs). Feche todas as janelas da Arduino IDE (isso é importante! – em alguns casos só funciona se fizer isso – wtf?) e depois abra o Arduino IDE novamente. Pronto! As bibliotecas MD_TCS230 e FreqCount estão instaladas (a FreqCount é uma dependência da MD_TCS230).

2º passo – Carregando o programa de exemplo da biblioteca

Vamos utilizar aqui o mais simples programa de exemplo disponível na biblioteca, que simplesmente irá retornar no Serial Monitor as leituras realizadas em um código RGB. Se tudo deu certo no passo anterior, você poderá acessar o programa de exemplo da MD_TCS230 através do menu: File -> Sketchbook -> libraries -> MD_TCS230 -> Simple_NB_TCS230. Quando você clicar aí, carregará o seguinte código:

// TCS230 sensor reading example
//
// This is just to show basic functionality without calibration.
// Utilises the non-blocking version of the reading function.
// Output uses the Serial console.
//
#include 
#include 

// Pin definitions
#define  S2_OUT  12
#define  S3_OUT  13
#define  OE_OUT   8    // LOW = ENABLED 

MD_TCS230  CS(S2_OUT, S3_OUT, OE_OUT);

void setup()
{
  Serial.begin(57600);
  Serial.println("[TCS230 Simple NON_BLOCKING Example]");
  Serial.println("\nMove the sensor to different color to see the RGB value");
  Serial.println("Note: These values are being read in without sensor calibration");
  Serial.println("and are likely to be far from reality");

  CS.begin();
}

void readSensor()
{
  static  bool  waiting;
 
  if (!waiting)
  {
    CS.read();
    waiting = true;
  }
  else
  {
    if (CS.available())
    {
      colorData  rgb;
      
      CS.getRGB(&rgb);
      Serial.print("RGB [");
      Serial.print(rgb.value[TCS230_RGB_R]);
      Serial.print(",");
      Serial.print(rgb.value[TCS230_RGB_G]);
      Serial.print(",");
      Serial.print(rgb.value[TCS230_RGB_B]);
      Serial.println("]");
      
      waiting = false;
    }
  }
}

void loop()
{
  readSensor();
}

Pronto! Esse programa aí você carregará para a memória do Arduino em breve (é aconselhável montar todo o hardware antes de carregar o programa pro Arduino, o que faremos no próximo passo).

3º passo – Montando o hardware: ligações com o Arduino

120_1_H

Arduino UNO

Nesse primeiro programa de exemplo, que é bastante simples, você precisará fazer apenas quatro conexões além do VCC e GND, que são a alimentação do sensor: S2, S3, OE, e OUT. Até mesmo OE (Output Enable), se quiser, você pode simplesmente ligar o pino OE do sensor ao GND, sem conectar no Arduino, mas é aconselhável seguir o projeto do programa, já que estamos aprendendo e poderá ser importante, no futuro, desabilitar temporariamente a saída do sensor.

É fácil descobrir as conexões para S2, S3, e OE simplesmente verificando as linhas de código dentro do programa:

// Pin definitions
#define  S2_OUT  12
#define  S3_OUT  13
#define  OE_OUT   8    // LOW = ENABLED

Mas… e onde vou conectar OUT no Arduino?? Como é que eu sei onde vou conectar a saída do meu sensor de cores RGB no Arduino? Então, tive um trabalho aqui, mas foi apenas falta de ler a documentação da bilioteca. Se você observar na descrição da biblioteca aqui, perceberá uma NOTA IMPORTANTE onde o autor da biblioteca avisa sobre uma limitação da dependencia FreqCount, que permite a utilização apenas de determinados pinos para a contagem da frequencia e limita o uso de outros pinos, conforme a tabela abaixo:

Board         Input Pin   Pins Unusable with analogWrite()
-----------   ---------   --------------------------------
Arduino Uno   5           3, 9, 10, 11
Arduino 2009  5           3, 9, 10, 11
Arduino Mega  47          9, 10, 44, 45, 46
Sanguino      1           12, 13, 14, 15

Logo, sabemos que o pino para a conexão da saída do sensor (pino OUT), é o pino 5 do Arduino. Ficam então as conexões:

SENSOR     ARDUINO UNO
------     -----------
 VCC           5V
 GND           GND
 S2            12
 S3            13
 OE            2
 OUT           5

Uma vez terminadas as conexões, carregue o programa para dentro do Arduino e teste seu programa! Assim que carregar o programa (você verá ver a mensagem “Done uploading.” na barra de status da Arduino IDE), pressione Ctrl+Shift+M ou vá em Tools -> Serial Monitor. Quando abrir o Serial Monitor, selecione a taxa de transferência de 57600 baud no canto inferior direito, senão você apenas enxergará caracteres malucos em sua tela… rs. Aproxime uma folha branca de papel do sensor para ver como ele marca perfeitamente: [255,255,255] no Serial Monitor. Outras cores ficarão aproximadas, o preto é bastante difícil de detectar. Cores mais “claras” são mais fáceis por terem uma SATURAÇÃO maior e também maior INTENSIDADE de luz, permitindo assim que o software tenha mais informações com que trabalhar. Deixe seu comentário e até a próxima!!

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Adobe Flash Player no Ubuntu 14.04 (64 bits) http://sejalivre.org/adobe-flash-player-ubuntu-14-04-64-bits/ http://sejalivre.org/adobe-flash-player-ubuntu-14-04-64-bits/#comments Fri, 03 Oct 2014 09:52:48 +0000 http://sejalivre.org/?p=21299 Share

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Olá pessoal!

O suporte ao Flash no Ubuntu é algo que hoje vem por padrão nas versões do sistema. Basta efetuar a primeira atualização após a instalação que o pacote flashplugin-installer é instalado em seu Ubuntu. Porém vale lembrar que este suporte à conteúdos Flash, apesar de existir no Linux, foi descontinuado pela Adobe quem é detentora dos direitos sobre o mesmo (saiba mais aqui).

O pacote flashplugin-installer foi desenvolvido para arquiteturas 32 bits e é instalado em sistemas 64 bits através de uma biblioteca de compatibilidade relacionada, e pode se mostrar instável em sistemas 64 bits. Pra resolver isso é recomendável que se instale o pacote adobe-flashplugin do repositório de parceiros da Canonical.

O primeiro passo é habilitar estes repositórios em seu Ubuntu. Para isso, vá em Configurações do Sistema > Programas e Atualizações e marque a opção Parceiros da Canonical, na guia Outros programas, como na figura abaixo:

parceiros

Após este procedimento, ao clicar em Fechar, ele irá recarregar a sua lista de softwares. Feito isso, podemos instalar o pacote. Abra seu terminal e execute:

sudo apt-get install adobe-flashplugin

Pronto. Caso esteja com seu navegador aberto, basta reiniciá-lo para que o Flash esteja rodando perfeitamente em seu sistema.

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Instalando o Bluegriffon via PPA no Ubuntu e Linux Mint [DreamWeaver do Linux] http://sejalivre.org/instalando-o-bluegriffon-via-ppa-ubuntu-e-linux-mint-dreamweaver-linux/ http://sejalivre.org/instalando-o-bluegriffon-via-ppa-ubuntu-e-linux-mint-dreamweaver-linux/#comments Tue, 30 Sep 2014 17:52:22 +0000 http://sejalivre.org/?p=21293 Share

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Olá pessoal!

Muita gente acha impossível (ou muito difícil) desenvolver páginas web no Linux, simplesmente por não existir um “DeamWeaver” pro universo do pinguim (apesar de ser possível instalar algumas versões do DreamWeaver no Ubuntu via PlayOnLinux).

Mas se você quer usar um editor WYSIWYG que seja open source e que te permita fazer praticamente tudo que o DreamWeaver faz, lhe indico o Bluegriffon. Para saber mais sobre ele, leia o nosso post anterior aqui.

No tutorial de hoje vamos aprender a instalar o Bluegriffon via PPA no Ubuntu e Linux Mint. Vamos lá?

O primeiro passo é fazer o download e instalar o repositório GetDeb neste link. Após baixá-lo, dê um duplo clique no pacote e mande instalá-lo.

Feito isso, abra seu terminal e execute:

sudo apt-get update
sudo apt-get install bluegriffon

Pronto, agora você já pode desenvolver suas páginas web de forma simples, rápida e intuitiva no seu Linux.

E caso você use outra distribuição Linux, acesse a página de downloads do Bluegriffon e seja feliz!

 

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Ammyy Suporte no Ubuntu 14.04 http://sejalivre.org/ammyy-suporte-ubuntu-14-04/ http://sejalivre.org/ammyy-suporte-ubuntu-14-04/#comments Wed, 24 Sep 2014 12:00:16 +0000 http://sejalivre.org/?p=21286 Share

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Se você conecta remotamente ao computador de algum amigo, cliente ou empresa, ou até mesmo para retirar aquele Baidu ou Toolbar do PC do seu amigo cheio de vírus, já deve conhecer esse programa para conexão remota. Trata-se do Ammyy Suporte, é um software seguro, fiável e acessível, ideal para assistência e administração remota, partilha remota do ambiente de trabalho, a partir de qualquer lugar do mundo.

Porém temos outras alternativas muito boas também que rodam fluente no ambiente Linux. Cito o SSH e o Rdesktop, sem falar no Teamviewer, esse último temos um limite de conexão de um certo tempo quando é utilizando muito frequentemente no modo gratuito.

Como o Ammyy não tem uma versão para Linux, ele roda muito bem via Wine. Mas antes de fazer a “emulação” você precisará instalar algumas Dll’s para que o programa rode com perfeição. De cara você pode perceber que as instalações das Dll’s não precisará pois o programa é um auto-executável e não precisa de instalação. Mas quando você estiver conectado remotamente alguns comandos do teclado pode falhar e atrapalhar sua conectividade e dando algum trabalho extra para você. Aconselho a vocês a instalarem a Dll’s.

Confira na vídeo aula a instalação.

 

 

Os nomes das Dll’s são “VCRUN6, VCRUN6SP6, MSVCIRT e MFC42″.

Um lembrete para quem quer ter uma segurança maior é nunca permitir conexão automática no Ammyy. A conexão automática concede sem um aviso de permissão que somente a pessoa do outro lado do PC possa permitir. Sem isso, seu PC poderá aceitar convites de conectividade remotas automaticamente.

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Construindo sua cloud pessoal com Raspberry Pi + OwnCloud http://sejalivre.org/construindo-sua-cloud-pessoal-com-raspberry-pi-cloud/ http://sejalivre.org/construindo-sua-cloud-pessoal-com-raspberry-pi-cloud/#comments Fri, 19 Sep 2014 15:01:13 +0000 http://sejalivre.org/?p=21274 Share

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Olá pessoal!

Ter um local onde se possa armazenar seus dados na nuvem, hoje em dia, é mais do que necessário. A cada dia que passa cresce nossas demandas de compartilhamento de dados e acesso a estes de forma fácil e rápida. Porém sabemos que “armazenar nossos dados na nuvem” é algo complicado se olharmos do ponto de vista da nossa privacidade na Rede Mundial de Computadores.

Mas o que fazer pra ter seus dados em um local de fácil acesso para quando e onde você precisar e ao mesmo tempo ter a tranquilidade de que somente você acessa estes dados?

Simples: vamos criar a nossa própria cloud!

Neste post vamos abordar a criação de uma cloud pessoal (que também vai funcionar como NAS pra sua rede interna), usando um Raspberry Pi, um HD externo e o Own Cloud – uma aplicação open source que lhe permite criar uma nuvem pessoal de forma prática e simples.

 

Vamos lá?

Raspberry Pi

Se você não conhece o projeto dá uma conferida aqui. Basicamente ele é um mini computador desenvolvido sob licenças de Open Hardware que roda, além de outros, algumas distribuições Linux especificamente customizadas pra ele.

Para adquirir um Rasp, como é carinhosamente chamado, é simples: existem várias lojas na internet (inclusive no Brasil) que vendem o Rasp, em média, por R$ 200. Faça uma busca simples no Google que vão aparecer vários links de lojas que comercializam o Raspberry Pi ;-)

Neste tutorial vamos abordar a configuração feita em um Raspbian (Debian para Raspberry), que pode ser baixado aqui: http://www.raspbian.org/

 raspi_hdd

Passo 1:Configurando a rede e baixando os pacotes necessários

Para que o nosso Rasp funcione bem como uma cloud ele precisa de um IP fixo. Vamos configurá-lo usando o comando abaixo.

$ sudo nano /etc/network/interfaces

Dependendo das configurações da sua rede, os IPs do exemplo abaixo podem ser diferentes. Porém tente deixar parecido com o que mostraremos a seguir:

auto eth0
 iface eth0 inet static
 address 192.168.1.118
 gateway 192.168.1.1
 netmask 255.255.255.0
 network 192.168.1.0
 broadcast 192.168.1.255

Pressione CTRL + O pra salvar e CTRL + X pra sair do editor de texto, e use o comando abaixo pra restartar suas configurações de rede.

$ sudo /etc/init.d/networking restart

Agora vamos atualizar as listas de pacote do nosso sistema:

$ sudo apt-get update

Feito isso, podemos instalar os pacotes que precisamos:

$ sudo apt-get install apache2 php5 php5-json php5-gd php5-sqlite curl libcurl3 libcurl4-openssl-dev 
php5-curl php5-gd php5-cgi php-pear php5-dev build-essential libpcre3-dev php5 libapache2-mod-php5 
php-apc gparted

Passo 2: Configurando o PHP e Apache

Feito o download e instalação dos pacotes necessários, vamos começar as configurações. Porém antes vamos instalar e configurar a extensão APC do PHP:

$ sudo pecl install apc

Após a instalação, abra o arquivo de configuração do APC e deixe conforme o exemplo abaixo:

$ sudo nano /etc/php5/cgi/conf.d/apc.ini
extension=apc.so
 apc.enabled=1
 apc.shm_size=30

Salve e saia do arquivo. Agora nós vamos alterar o tamanho máximo de upload no php.ini e adicionar a extensão APC ao PHP

$ sudo nano /etc/php5/apache2/php.ini

Dentro do php.ini, procure a linha upload_max_filesize e altere o valor para 1024M e a linha post_max_size, alterando o valor para 1200m, pois assim poderemos fazer uploads de até 1GB

Agora ache a linha externsion= e adicione o APC, deixando assim extension=apc.so

Salve e saia do arquivo.

Agora vamos configurar o nosso Apache e habilitar o SSL. Abra o arquivo abaixo:

$ sudo nano /etc/apache2/sites-enabled/000-default

Dentro do arquivo altere AllowOverride para None e execute os comandos abaixo:

$ sudo a2enmod ssl
$ sudo a2ensite default-ssl
$ sudo service apache2 reload

Agora execute os comandos abaixo para configurar o SSL:

sudo openssl genrsa -des3 -out server.key 1024; sudo openssl rsa -in server.key -out server.key.insecure;sudo openssl req -new -key server.key -out server.csr;sudo openssl x509 -req -days 365 -in server.csr -signkey server.key -out server.crt;sudo cp server.crt /etc/ssl/certs;sudo cp server.key /etc/ssl/private;sudo a2enmod ssl;sudo a2ensite default-ssl

Agora é só restartar o Apache com o comando abaixo:

$ sudo service apache2 restart

Passo 3: Download e instalação do Own Cloud

Depois do Apache e do PHP devidamente configurados, vamos instalar o Own Cloud:

$ wget https://download.owncloud.org/community/owncloud-7.0.2.tar.bz2

Vamos extrair os arquivos

$ sudo tar -xjf owncloud-7.0.2.tar.bz2

E copiar o Own Cloud para o nosso Document Root

$ sudo cp -r owncloud /var/www

Depois da cópia, vamos dar as permissões para o apache acessar os arquivos do Own Cloud

$ sudo chown -R www-data:www-data /var/www/owncloud/

Não se esqueça de editar o .htaccess colocando os mesmos valores de tamanho máximo de upload que configuramos no php.ini.

$ sudo nano /var/www/owncloud/.htaccess

Passo 4: Formatando o HD externo e automontando

O sistema operacional do Raspberry Pi é instalado no disco SD e não no HD externo. Logo precisaremos configurar o nosso HD pra ser montado automaticamente. O primeiro passo é formatá-lo em NTFS, pois é um bom sistema de arquivos e suporta leitura/escrita de arquivos grandes.

Para formatá-lo em NTFS você pode usar o gparted dentro do próprio Raspberry Pi. Rode o comando abaixo pra entrar no ambiente gráfico do Rasp, abra o Gparted, selecione o seu HD e formate-o em NTFS:

$ startx
$ sudo gprarted

Feito isso, vamos usar o comando abaixo para achar o UUID do nosso disco

$ sudo blkid /dev/sda1

A saída desse comando deve ser algo como isso:

/dev/sda2: LABEL=”pidsk” UUID=”1AA26276A2625673” TYPE=”ntfs”

Guarde esse número do UUID!

Vamos criar o ponto de montagem do nosso HD e dar as permissões para o Apache

$ sudo mkdir /media/owncloud
$ sudo chown -R www-data:www-data /media/owncloud

Agora vamos criar uma entrada no nosso FSTAB para montar automaticamente nosso HD no início do sistema:

$ sudo nano /etc/fstab

Adicione a linha abaixo (lembra do UUID que guardamos? Então, substitua ele na linha abaixo):

UUID=1AA26276A2625673 /media/owncloud ntfs-3g default 0

Agora seu HD externo será montado em todo início do sistema.

Passo 5: Configurando o Own Cloud

Agora sim está tudo pronto para configurarmos o Own Cloud. Acesse via browser o endereço abaixo e siga o passo-a-passo:

https://IPADDRESS/owncloud

Lembre-se de trocar o IPADDRESS pelo IP que configuramos no passo 1.

Na guia “Avançado” você poderá trocar o local de armazenamento dos dados e setar o seu HD externo, que está em /media/owncloud

Passo 6: Acessando o OwnCloud remotamente

O OwnCloud já possui aplicativos para Android, iOS e Windows para facilitar a sua vida. Porém nós configuramos o nosso Rasp em rede interna, ou seja, o IP que atribuímos à ele não poderá ser roteado pela internet.

Para resolver isso você tem duas saídas:

1) Contratar um serviço de IP fixo na sua provedora de internet.

2) Configurar um serviço de DNS dinâmico, como o DynDNS por exemplo. Alguns destes serviços são pagos, mas neste link tem um tutorial bem explicado para configuração do Free DNS: http://www.techjawab.com/2013/06/setup-dynamic-dns-dyndns-for-free-on.html

Nota: o OwnCloud é uma ferramenta que eventualmente recebe atualizações, e em alguns casos, a forma de configuração e as aplicações necessárias podem mudar. Para isso, visite sempre o manual de administrador do OwnCloud neste link: http://doc.owncloud.org/server/7.0/admin_manual/installation/installation_linux.html

 

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Formação Linux: próximos cursos na Linux Solutions http://sejalivre.org/formacao-linux-proximos-cursos-na-linux-solutions/ http://sejalivre.org/formacao-linux-proximos-cursos-na-linux-solutions/#comments Thu, 18 Sep 2014 17:13:06 +0000 http://sejalivre.org/?p=21272 Share

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Confira abaixo os próximos cursos de formação linux na Linux Solutions:

Curso de Segurança em Servidores Linux on Line

Data: Dias 20/09, 27/09, 04/10 e 11/10 (4 Sábados)
Horário: Das 14h às 18h
Carga Horária: 16 horas
Valor: R$ 360,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via Paypal.
Maiores informações: https://www.escolalinux.com.br/component/rseventspro/evento/38-seguranca-em-servidores-linux

Curso de Alta Disponibilidade em Linux on Line (TURMA CONFIRMADA)

Data: Entre os dias 22/09/2014 e 06/10/2014 (Segunda, quarta e sexta)
Horário: Das 20h às 22h
Carga Horária: 14 horas
Valor: R$ 300,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via Paypal.
Maiores informações: https://www.escolalinux.com.br/component/rseventspro/evento/21-alta-disponibilidade-com-linux

Curso de Linux para Iniciantes (Formação Linux) on Line

Data: Entre os dias 22/09/2014 e 10/10/2014 (Segunda à Sexta)
Horário: Das 19h às 21h
Carga Horária: 30 horas
Valor: R$ 690,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via Paypal.
Maiores informações: https://www.escolalinux.com.br/component/rseventspro/evento/23-formacao-linux

 

Curso de Redes de Armazenamento de Dados on Line

Data: Entre os dias 13/10/2014 à 26/11/2014 (Segunda, Quarta e Sexta) (Segunda, quarta e sexta)
Horário: Das 20h às 22h
Carga Horária: 40 horas
Valor: R$ 690,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via Paypal.
Maiores informações: https://www.escolalinux.com.br/component/rseventspro/evento/22-redes-de-armazenamento-de-dados-com-linux

 

Curso de E-mail com Zimbra on Line

Data: Entre os dias 06/10/2014 para 14/10/2014 (Segunda à Sexta)
Horário: Das 19h às 21h
Carga Horária: 14 horas
Valor: R$ 300,00 em até 12 X SEM JUROS no cartão de crédito, via Paypal.
Maiores informações: https://www.escolalinux.com.br/component/rseventspro/evento/28-e-mail-com-zimbra

Inscrições: https://www.escolalinux.com.br/cursos-linux

Vantagens em estudar on line na Escola Linux:

1 – Aula ao vivo gravada e disponibilizada no ambiente à distância. Ela ficará disponível em até 30 (trinta) dias após o término do curso, para o aluno assistir o quanto quiser, tendo duas opções de estudo, online e off-line. O aluno adapta seu tempo de estudo de acordo com sua disponibilidade;

2 – Fórum de discussão, onde os alunos poderão postar suas dúvidas e ideias. O professor irá respondê-lo em até 5 (cinco) dias após o término do curso;

3 – O material didático estará disponível na plataforma, para que o aluno faça o download;

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